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Tradição e tecnologia andam juntos no 34º Carijo da Canção Gaúcha

            Ao longo destes 34 anos de Carijo da Canção Gaúcha, vários personagens destacaram-se e ainda continuam fazendo parte da história do festival. Ter boa audição, cuidar dos mínimos detalhes, fazer com que cada apresentação seja inesquecível para o público, este é o papel do coordenador de palco do Carijo. Terson Praxedes está à frente desta função desde o ano de 1990, participando das últimas 33 edições.

            Logo nos primeiros festivais, as estruturas de sonorização e luzes eram muito simples, nem comparadas às tecnologias disponíveis hoje. Praxedes que também acompanha toda essa evolução destaca que, além dos equipamentos, as músicas, os instrumentalistas e interpretes também foram evoluindo no decorrer dos anos. “Com esta evolução, o conjunto todo do festival melhorou, inclusive na questão musical, na qual a maioria dos cantores está se aperfeiçoando tanto no quesito de composição, como na interpretação”, destaca.

            Muitos dos intérpretes que começaram no Carijo estão se apresentando em outros festivais e, inclusive, sendo premiados como é o caso de Alana Moraes que foi além das fronteiras do estado. O talento de Alana já vem de berço, seu pai Aurélio Moraes é o ganhador do primeiro troféu “Pé no Chão” do festival, bem como Luiz Marenco, Cristiano Quevedo e Piriska Greco.

            O veterano, que há mais de duas décadas atua na organização do palco principal, comenta que seu trabalho é contribuir nos bastidores para que o espetáculo aconteça sem maiores imprevistos. “Eu sou uma formiguinha, eu faço parte dos bastidores, mas na verdade o meu trabalho de formiguinha é fazer com que tudo dê certo”, ressalta Praxedes.

 

Texto e foto: Carine Zandoná Badke